Delírios


Delírios 

deita nos meus braços
E deixa que eu te acaricie.
Penetra nas minhas noite
E me rouba o sono.
Canta nos meus ouvidos
Canções que eu desconheço...
No meu letargio adormeço,
Nos teus braços me abandono.

Sinto-me, na verdade,
Um homem verdadeiro,
Não sou mais a brincadeira da realidade.
Deita no meu colo
E me deixa domina-la.
Eu tomo conta de tudo
No auge da ansiedade,
Esta é a minha única verdade:
- ama-la...

Mas, vem o clarão do dia,
É outro dia do mês
E eu fico dia-após-dia
No delírio e na espera
De que anoiteça outra vez!

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